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Você já parou para imaginar o que as comidas querem dizer sobre nós – ou, até mesmo, para a gente? Tudo bem que isso jamais acontecerá literalmente, mas cada alimento exige uma interpretação da nossa parte para ser bem aproveitado e ficar ainda mais saboroso.

Aquele queijo que você tanto gosta, por exemplo, tem algo a dizer pra você toda vez que você o namora na gôndola de supermercado. E olha que interpretar bem os queijos é uma das principais coisas que um bom chef tem que fazer na sua cozinha…

Isso porque a diversidade é grande e, querendo ou não, cada um exige que você lide com ele de formas diferentes. Então, antes da próxima compra, veja só o que diria o seu queijo preferido se ele pudesse se resumir em uma frase.

Gruyère: “Só levo leite de vaca na minha composição e tenho um sabor frutado… que pode se parecer bastante com o sabor da avelã”.

Provolone: “Sou um legítimo queijo italiano: semiduro, aroma agradável e você pode me utilizar por quase um ano, já que minha principal característica é ser durável”.

Gorgonzola: “Muita gente me despreza por causa dos meus fungos – e não sabe o que está perdendo, já que são justamente eles que deixam minha massa cremosa e meu sabor tão intenso”.

Cammembert: “Reza a lenda que fui parte essencial da Revolução Francesa, com muita polêmica a meu redor – mas a grande realidade é que sou um primo sofisticado do brie, e vou bem com uma noite de vinhos finos”.

Emmental: “Apesar do nome chique, aqui no Brasil você me conhece como o queijo suíço: aquele bonitão, cheio de furinhos, que vive aparecendo em filmes, desenhos animados e, claro, na mesa dos melhores banquetes”…

Gouda: “Se você quiser chamar os amigos para um happy hour com cerveja boa, sou a sua melhor opção de petiscos – e também vou muito bem em pratos quentes, saladas, sobremesas…”

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